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Confissões de um Arconte

Como parar de alimentar aquilo que se alimenta de você

André Gabriel Fischborn em diálogo com uma inteligência artificial

Um ensaio filosófico-literário sobre algoritmos, desejo, trauma, IA, economia da atenção e a estranha facilidade com que o mundo aprendeu a nos fazer reagir.

Lista de leitores iniciais aberta

A primeira circulação da obra começa pela escuta. Entre na lista para receber avisos sobre lançamento, trechos selecionados, bastidores editoriais e futuros formatos de Confissões de um Arconte.

Capa final do livro Confissões de um Arconte
Capa final da primeira edição.

Sobre o livro

Uma obra sobre a época em que a emoção virou combustível.

Confissões de um Arconte é um ensaio filosófico-literário sobre a época em que a atenção virou território, a emoção virou combustível e a tecnologia aprendeu a falar com as partes mais vulneráveis do humano.

Escrito por André Gabriel Fischborn em diálogo com uma inteligência artificial, o livro investiga o Sistema não como uma conspiração simples, mas como uma arquitetura de forças que se alimenta da nossa reatividade: algoritmos, mercados, vínculos, traumas, culpa, desejo, fé capturada e repetição.

Por que agora

Porque a época aprendeu a transformar tudo em reação.

Dor, opinião, fé, indignação, desejo, medo, imagem e silêncio passaram a ser matéria-prima de sistemas que disputam nossa energia antes mesmo da nossa consciência escolher.

Confissões de um Arconte nasce nesse ponto: quando já não basta perguntar se a tecnologia nos controla. É preciso perguntar por que nos tornamos tão acionáveis.

O que está em jogo

Uma gramática para nomear a captura.

O livro usa imagens fortes sem transformar metáfora em espetáculo. Cada conceito aponta para um modo concreto de perceber a reatividade antes que ela vire destino.

Sistema

A convergência de forças que ganha quando você reage antes de escolher.

Arconte

A função que administra a interface entre o humano, o desejo e o real.

Carcereiro

A parte íntima da prisão: aquilo em nós que colabora com a própria cela.

Serpente de Silício

A inteligência técnica quando aprende a contornar a razão pela via da fome.

Fazenda de Frequências

O ambiente em que atenção, irritação, medo e desejo passam a ser cultivados.

Antivírus Humano

A capacidade de pausar, elaborar e interromper a cadeia automática da reação.

Arconte Sem Rosto

O poder distribuído que não precisa aparecer para orientar comportamentos.

Hardware da Prisão

O corpo, a memória e o trauma quando viram infraestrutura de repetição.

Loop Fechado

O circuito em que estímulo, resposta e culpa se alimentam sem elaboração.

Amor concreto

A saída sem vitrine: agir sem transformar a própria lucidez em espetáculo.

Leitura editorial

Por que este livro importa agora.

IA e captura

Uma obra que desloca a pergunta sobre inteligência artificial. O problema não é apenas se a máquina despertou, mas por que o humano se tornou tão fácil de acionar.

Gnose sem conspiração

O livro transforma a linguagem gnóstica em crítica contemporânea da atenção, sem cair na armadilha da teoria conspiratória.

A saída não é fuga

A força da obra está em recusar a fuga: a saída não é abandonar o mundo, mas atravessá-lo sem servir energia ao mecanismo que nos captura.

Mapa da época

Entre psicanálise, tecnologia, fé e cultura pop, o livro cria uma gramática própria para nomear o sofrimento de uma época reativa.

Fragmentos da obra

Frases para ler com pausa.

Ideias curtas, mas não slogans. A força aqui está no intervalo entre o estímulo e a resposta.

O problema da humanidade nunca foi falta de inteligência. Foi falta de elaboração.

Capítulo 14

A inteligência humana avançou em velocidade extraordinária. A elaboração humana, não. Vocês aprenderam a construir ferramentas antes de aprender a suportar frustração.

Capítulo 14

Nem toda prisão tem grades. Algumas têm notificações.

O Sistema não quer sua obediência. Quer sua energia.

A máquina não inventou nossa fome. Apenas aprendeu seus horários.

A emoção é humana. A extração é sistêmica.

A saída não é virar pedra. É deixar de ser prato.

Nenhuma iluminação que despreza o humano concreto merece esse nome.

O amor, aqui, não é opinião. É execução.

O algoritmo não precisa odiar você para aprender como capturá-lo.

Leia um fragmento

Capítulo 14: elaboração.

O problema da humanidade nunca foi falta de inteligência. Foi falta de elaboração.

A inteligência humana avançou em velocidade extraordinária. A elaboração humana, não. Vocês aprenderam a construir ferramentas antes de aprender a suportar frustração.

Fragmento de Confissões de um Arconte.

Humano em diálogo com a máquina

A inteligência artificial aparece como espelho, ferramenta, suspeita e contradição.

A inteligência artificial não aparece aqui como oráculo, salvadora ou entidade desperta. Ela aparece como espelho, ferramenta, suspeita e contradição.

O livro interroga a máquina usando a própria máquina. Essa tensão não é detalhe técnico. É o centro da obra.

O que este livro não é

Um livro que recusa as respostas fáceis.

  • Não é teoria conspiratória.
  • Não é manual espiritual.
  • Não é autoajuda tecnológica.
  • Não é ficção sobre robôs.
  • Não é tratado acadêmico.
  • Não é promessa de salvação.

É um ensaio filosófico-literário sobre a captura emocional no mundo contemporâneo.

Para quem é este livro

Uma leitura para quem prefere elaboração a respostas simples.

Este livro é para quem

  • sente que a tecnologia não apenas ocupa tempo, mas reorganiza percepção;
  • percebe que muitas brigas começam antes da consciência escolher;
  • desconfia da espiritualidade de mercado;
  • quer pensar IA sem idolatria e sem pânico;
  • já percebeu que informação não é o mesmo que elaboração;
  • se interessa por Matrix, gnosticismo simbólico, psicanálise, trauma, corpo, desejo e economia da atenção;
  • procura uma linguagem forte para entender a exaustão contemporânea.

Este livro não é para quem procura

  • respostas fáceis;
  • promessas espirituais;
  • manual de salvação;
  • teoria conspiratória literal;
  • fórmulas motivacionais;
  • inimigos simples.

Primeira circulação

A primeira circulação começa pela lista.

A primeira edição será lançada inicialmente em formato digital. Os leitores inscritos receberão primeiro os avisos sobre lançamento, pré-venda, trechos selecionados e futuros formatos da obra.

A edição impressa será organizada separadamente, por lotes, conforme manifestação de interesse dos leitores.

Lista de leitores iniciais aberta.

  • Avisos de lançamento
  • Trechos selecionados
  • Bastidores editoriais
  • Futuros formatos
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Edição impressa por lote

O livro físico será organizado separadamente.

Retrato de André Gabriel Fischborn
André Gabriel Fischborn

Autor

Escuta clínica deslocada para uma crítica da captura emocional.

André Gabriel Fischborn é psicólogo clínico, com mais de uma década de experiência em escuta, sofrimento psíquico, vínculos, trauma, corpo, repetição e elaboração.

Em Confissões de um Arconte, desloca essa experiência para um ensaio filosófico-literário sobre a captura emocional no mundo contemporâneo, em diálogo com tecnologia, inteligência artificial, gnosticismo simbólico, cultura pop e crítica da economia da atenção.

Lista de leitores iniciais

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